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Cliente não paga programa sexual com universitária e é detido pela PM




CLIENTE NÃO PAGA PROGRAMA SEXUAL A UNIVERSITÁRIA E É DETIDO PELA PM
Illustração
Homem casado, de classe média, que já morou em Londres e está de volta ao Brasil, contratou os serviços de uma garota de programa, de Cuiabá, nível universitária, não pagou e acabou detido pela Polícia Militar, na noite desta segunda-feira (30), por volta das 20h.
A garota de programa é D.B.D., 35 anos, mas que nas redes sociais se coloca como uma mulher de 25. Morena, magra, de cabelo liso e comprido, ela fazia faculdade de gastronomia, mas ficou sem dinheiro para pagar as mensalidades, perdeu o emprego em um consultório odontológico e, tendo uma filha de 10 anos para criar, começou a atuar como “acompanhante”.
Alugou um apartamento simples, com quarto, sala, cozinha e banheiro, no Centro da capital, e é para ali que leva os clientes. Cobra de R$ 150 a R$ 200, a hora. Se o cliente exigir alguma prática especial, negociam preço diferenciado.
“Eles ligam e se encontram lá. Ela atende e dispensa em questão de 1h ou um pouco mais”, explica uma prima, testemunha da confusão toda.
Na noite desta segunda-feira (29), o acusado R.S.P., 34, ligou para a garota e marcou de encontrá-la no referido apartamento. No local, ele explicou que queria incluir penetração, mas como ela está há pouco no ramo ainda não tinha comprado pênis de borracha e outros utensílios apropriados para esta prática.
Após o término do sexo convencional, o cliente alegou estar sem dinheiro e que só teria cartão.
“Nisso minha prima me ligou, dizendo que estava com este problema. Eu estava na academia, onde meu marido é personal trainner, próximo do apartamento dela, e fui levar minha maquininha para ela. Ele passou o cartão, mas a transação deu não concluída. Perguntamos se ele não tinha outro cartão, ele disse que não. Pediu celular emprestado para ligar para um irmão, mas ligou na verdade para o celular dele mesmo. Lembrou que tinha um cartão no carro, mas não queria ir lá buscar, alegando que é casado. Eu disse que também sou e que ninguém ia perceber nada. Nisso, fomos até o carro e o banco Itaú, da avenida Getúlio Vargas”, detalha a testemunha.
Na agência, o rapaz começou a gritar, dizendo que estava sendo sequestrado.
A Polícia Militar atendeu à ocorrência e levou todos para a Central de Flagrantes da capital, onde foi registrado boletim do caso, por crimes de violação sexual mediante fraude e ameaça.


Sem antecedentes criminais, delegado plantonista liberou o cliente, sem autuá-lo.

 Fonte Gazeta Digital ( reprodução)

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