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Madrasta é presa por torturar enteado de apenas 5 anos no interior de Mato Grosso



 MADRASTA É PRESA POR TORTURAR ENTEADO DE APENAS 5 ANOS NO INTERIOR DE MATO GROSSO


 A mesma teria  espancado o menino apenas por ele ter se deitado na cama dela,  sendo que a criança também já sofria anteriormente agressões da própria mãe, que perdeu a guarda do filho


Foto ILustração
 Assessoria de Comunicações da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, informou a prisão de uma madrasta, presa na cidade de Porto Alegre do Norte, distante a 1.125 km a Nordeste da Capital, por Investigadores da Polícia Civil, acusada de maus tratos ao enteado de apenas 5 anos.


 Os policiais receberam a denúncia, dos Conselheiros Tutelares, que foram chamados até a escola em que o menino frequentava, onde a diretora constatou que o mesmo havia sofrido maus-tratos.



Foto: P.J.C. reprodução
 A criança teria contado aos Conselheiros que a madrasta teria se irritado por ele ter se deitado na cama  dela,  praticando assim as agressões.

 Os investigadores da Polícia Civil realizaram averiguação da denúncia, constatando que o menor L.R.S. de 5 anos, possuía várias lesões, que aparentemente teriam sido provenientes de espancamento.

 Diante destas constatações,  no mesmo dia  da denúncia realizaram a prisão em flagrante da madrasta, identificada como E.I.F. de 35 anos.

 A criança foi encaminhada à perícia médica e após o exame de corpo de delito foi constatado pelo médico perito que as agressões causadas ao menor foram crueis, devido a desproporcionalidade da força aplicada e pela quantidade de lesões causadas pelas unhas e sinto

 A madrasta foi interrogada na Delegacia de Polícia Civil,  onde a mesma foi autuada em flagrante  e depois relatou durante o interrogatório que realmente teria batido no enteado com cinto e que não imaginava que as lesões tinham sido tão graves.

 A Polícia Civil também apurou que a criança já havia sofrido maus-tratos anteriores, praticados pela própria mãe, que teria perdido a guarda da criança, que agora convivia com o pai e a madrasta.

 O pai da criança afirmou que não tinha conhecimento das agressões sofridas pelo filho.

 A madrasta foi indiciada pelo crime de tortura, com pena prevista de dois a oito anos de reclusão, estando a disposição da justiça e a criança foi encaminhada para um abrigo de menores, no mesmo município.

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