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 POLICIAIS MILITARES DE PARANATINGA IMPEDEM SUICÍDIO DE SARGENTO QUE ATRAVÉS DE CARTA ESCRITA REVELOU NÃO AGUENTAR MAIS A DEPRESSÃO



 O sargento teria trocado de número de celular para não ser incomodado e deixado uma carta aos familiares e amigos, pedindo perdão,  alegando motivo de forte depressão para tirar a própria vida.

 
Policiais Militares da cidade de Paranatinga distante a 387 km a Oeste da Capital Cuiabá, conseguiram impedir mais um suicídio, de companheiro de caserna,  que estava com arma engatilhada pronto para tirar a própria vida dentro de casa.


 O fato ocorreu na noite deste domingo dia 3, e segundo as primeiras informações os policiais conseguiram chegar a residência de um Sargento, de nome não revelado, e encontrado  mesmo transtornado, com arma engatilhada prestes a disparar contra se mesmo.


 O policial teve a atenção dos companheiros que prestaram toda a solidariedade primeiramente, ouvindo o desabafo do companheiro e na sequência com ajuda de familiares o mesmo foi encaminhado para ajuda psicológica e se encontra no seio da família, que afirmaram que irão encaminhar o militar para um tratamento.

 O militar é casado e pai de um menino, ao qual se referiu em uma carta de despedida pedindo perdão.

Abaixo na integra uma mensagem deixada pelo militar, que foi encontrada dentro de sua casa, destinada aos familiares e amigos, .


“Primeiramente quero agradecer todos os anos que passaram comigo. Quero pedir perdão pelas coisas ruins que fiz. Alguns Sabem do momento que estou passando e acho que a melhor coisa a se fazer é essa. Minha cabeça está quente de mais para continuar tentando. Não suporto mais.

 Não aguento mais. Peço que avisem meus parentes que me deixe ao lado da minha mãe. Não sei se vou para onde ela esta, mas ao menos aqui na terra vou estão ao lado dela pra sempre. Ao meu filho só tenho a dizer que eu amo muito.

 E mais que tudo. Eu juros a todos que eu tentei. Mas perdi para depressão. E por isso estou partindo. Mas fico grato a Deus por chegado até onde cheguei à minha carreira. Fiquem todos com Deus. Troquei de número hj para ficar livre de tantas coisas, mas não resisti. Coisa essa que estava na minha cabeça desde que minha mãe se foi. Perdão a todos e por tudo”.


Foto: Reprodução

 No sábado, dia 2,  a Policial Militar Márcia Cristina da Motta, de 46 anos, pertencente ao Batalhão de Trânsito, foi encontrada com um tiro no peito, dentro de seu apartamento, e tudo indica que a mesma também tenha desistido da vida.

Na tarde deste domingo, dia 3, sob forte comoção, seu corpo foi sepultado no Cemitério Parque  Bom Jesus de Cuiabá.

Horas militares foram prestadas a Sub Ten Márcia, que sempre se dedicou com afinco e amor a profissão de Policial Militar.

Guarda Fúnebre, com salvos de 21 tiros.




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