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 POLÍCIA CIVIL APREENDE  R$ 4,5 MILHÕES  EM AVIÃO QUE FEZ POUSO FORÇADO EM ALTA FLORESTA

Foto:Assessoria | PJC-MT

Fonte: Assessoria | PJC-MT


A Polícia Civil de Alta Floresta (803 km a Norte) apreendeu mais de R$ 4,5 milhões, em espécie, na tarde de domingo (30.06). A enorme quantia de dinheiro, R$ 4.679.750,00 (quatro milhões, seiscentos e setenta e nove mil e setecentos e cinqüenta reais), estava na posse de um piloto italiano, que fez um pouso forçado em uma pista rural, na cidade, após pane denominada Flap, no avião modelo Cessna 206T, prefixo PR-RMH.

PREFIXO PR-RMH, MODELO CESNA 206.

O dinheiro estava em seis mala, com o piloto que já tinha embarcado em uma táxi (Hillux), quando abordado pela Polícia Civil, que havia acionada para atender a ocorrência da queda de avião na localidade. O dinheiro estava dividido em seis malas e bolsas, colocadas na carroceria da caminhonete.

O piloto, que é italiano com residência de mais de 30 anos no Brasil, não soube, à princípio, explicar a origem do dinheiro, alegando posteriormente, na Delegacia, que a vultosa quantia era proveniente da venda de um avião em São Paulo, de sociedade com um parceiro de negócio.


Foto:Assessoria | PJC-MT


O delegado de Alta Floresta, Vinicius Nazário, informou que a origem do dinheiro não foi comprovada e os valores depositados em uma conta da Justiça.

O avião saiu da cidade de Sorocaba (SP) com destino a Itaituba (SP). O plano de vôo tinha previsão de duas paradas para abastecimento, uma em Jataí (GO) e outra em Alta Floresta. Em Jataí, segundo o piloto, percebeu que o avião estava com problemas, mas decidiu segui a viagem.

Em Alta Floresta, necessitou fazer um pouso forçado na pista rural. O avião foi localizado no final da pista em uma área de pastagem. A aeronave estava aberta e sem nenhuma bagagem. Questionado, o piloto informou aos policiais que a bagagem estava na caminhonete, momento que foi descoberto o dinheiro.

A origem do dinheiro será investigada em inquérito policial. O piloto foi liberado, por não ter provas de ilícitos contra ele, neste momento. Em checagem não foram encontrados registros criminais contra o piloto. A investigação seguirá na linha de lavagem de dinheiro e ocultação de bens (dinheiro e valores).


Foto:Assessoria | PJC-MT


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